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sábado, 20 de novembro de 2010

A Gestão de Pessoas e sua contribuição com os clientes

O RH pode e deve contribuir para conquistar cada vez mais clientes. Cabe ao RH liderar a mudança de postura e atitude em todas as áreas da empresa. Cabe também ao RH tomar a iniciativa de capacitar distribuidores, terceirizados, parceiros enfim todos que de certa forma interagem com os clientes. Para tal o RH e o Marketing / comercial e Vendas precisam andar de mãos dadas e não de costas um para o outro como foi na finada Era Industrial.
Leia mais sobre o assunto em: http://www.administradores.com.br/

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Assédio Moral

O assédio moral é caracterizado por ações repetidas, como humilhações freqüentes, constrangimentos, pela exclusão do empregado do ambiente de trabalho, pela imposição de metas impossíveis de serem cumpridas e por criticas públicas com a intenção de desmoralizar o empregado o desestabilizando emocionalmente e profissionalmente, em muitos dos casos forçando-o a pedir demissão. Para se informar melhor sobre o assunto leia a reportagem da Revista Melhor - Sinais de agressão, por Caroline Marino.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dicas para motivação no treinamento

Os programas de treinamento buscam motivar os participantes para o desenvolvimento pessoal. Segue abaixo algumas dicas para conseguir tal motivação.

1. O corpo docente deve ser qualificado e experiente, pois isso gera maior segurança aos alunos.

2. O programa deve gerar vantagens efetivas, ou seja, que possam se realizar na pratica. Como por exemplo: oportunidade de promoção, aumento do conhecimento e da produtividade, etc.

3. Deve-se usar equipamentos e matérias didáticos adequados.

4. A competição sadia deve ser estimulada nos alunos, assim eles irão buscar se aperfeiçoar para atingir os objetivos.

Princípios da aprendizagem aplicados ao treinamento

•Principio da frequência: deve se repetir o teste e os conceitos para fixação do conteúdo.

•Principio da proximidade: a prática deve ser realizada logo após o ensino, para que o conteúdo não seja esquecido.

•Principio da intensidade: o aprendiz deve estar atento e envolvido com a exposição do tema.

•Principio da receptividade: deve-se demonstrar qual a melhora o treinamento trará para o aprendiz. Como, e em que ele será beneficiado?

•Principio do efeito: a temática deve ser associada a algo agradável.

•Principio da continuidade: o aprendiz e o orientador devem estar sempre aprendendo e renovando o seu conhecimento.

A comunicação é peça chave dentro das organizações, um mal entendido pode acarretar
em sérios problemas para a empresa. Fique atento!

Influência Social

A influência social é um conceito que designa uma ação, de alguém motivar outro a realizar um ato até então desconhecido. Esta influência pode ser através de motivação ou por coerção.

A partir do estudo psicossocial-psicologia voltada para compreender fenomenos sociais- a influência social molda os comportamentos e é modelada pelas resposta obtidas, ou seja, ela gera um feedback.

Aronson, Wilson e Arket (2002), definem influência social como: “o processo pelo qual os comportamentos ou pensamentos de um in¬divíduo são alterados como consequência da ação de outros indivíduos.”

Para Secord e Backman (1964) a influência social acontece quando “as ações de uma pessoa são condição para as ações de outra”. Assim o ato de motivar ou estimular um comportamento gera uma ação, mesmo que de maneira inconsciente, em outra pessoa. Acontece que uma ação irá desencadear um comportamento de forma indireta.

"Os indivíduos imitam o comportamento dos membros dos grupos a que pertencem e, em especial, dos seus líderes porque a experiência ensinou-os a associarem imitação com recompensa" (Vala, 2002: 238). Trata-se de uma base de poder de recompensa do influenciador.

Este é um tema muito importante de ser entendido, pois é de fundamental importância conhecer quais influencias são geradas com poder e assim descobrir quais consequências estas trarão. Vale ressaltar que não se pode motivar as pessoas, mas sim estimulá-las.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Lutero




Com direção de Eric Till, o filme mostra a história de Martinho Lutero, que após ser atingido por um raio, entrou para um mosteiro, acreditando que isso foi um chamado dos céus. Assim ele virou monge, no entanto ele começou a observar ações contrarias às suas ideologias na Igreja Católica, e passou a se perguntar sobre a ética e a sua influencia nos fieis. Às vezes acreditava que estava sendo testado pelo Diabo.

Com isso escreveu suas 95 teses e decidiu pregar na porta da igreja, de tal modo que foi preso e excomungado, pois a Igreja Católica alegava que suas palavras contradiziam a Bíblia. Agora Lutero era um fugitivo, mas continuava com sua fé em Deus inabalada. Mas isso teve seu lado bom para o monge, uma vez que a partir de então a população começou a contestar a Igreja Católica.

Ocorridos os eventos em Augsburg, que auxiliaram na libertação religiosa e também a constante luta por uma reforma nas leis Católicas- a chamada reforma protestante- o que era inaceitável, começa então a surgir o protestantismo. Os seus efeitos são apresentados até os dias atuais e suas idéias foram continuadas em busca da extensão.

É uma obra adorável, que relata a dificuldade se mudar um preceito que é aceito por todos como sendo uma verdade absoluta. Mostra que é muito mais fácil criar, do que mudar e ser aceito. Mas são de fundamental importância o questionamento, a mudança e a atualização às novas realidades.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Homens de Honra





Carl Brashear era um jovem cozinheiro negro, que sonha virar mergulhador da marinha, no entanto na década de 30, isso não era permitido para negros. Mas ele era determinado e persistente, assim foi para a cidade grande e se alistou na marinha, foram dois anos escrevendo cartas em busca de sua aceitação pela marinha.

No dia que foi chamado para a seleção iniciou-se a sua história de humilhação, logo no portão ficou esperando sob um sol quente enquanto todos os candidatos brancos entravam.

Quando foi selecionado, foi orientado por Billy Sunday, um oficial tirano e que tinha como objetivo fazer com que Carl desistisse de seu sonho, para isso o forçava ao máximo.

No dormitório houve outra cena de humilhação, pois nenhum membro queria dormir no mesmo quarto de um negro apenas um gaguinho que também era diminuído pela corporação assim, eles viraram amigos.

Para salvar a vida de seus companheiros, Carl perde uma perna e de maneira imprevista torna-se amigo e aliado de Sunday.

Com a perna amputada, ele só poderia reintegrar a marinha se conseguisse dar 12 passos com um peso muito grande amarrado em sua prótese, e com o apoio de seu treinador e agora amigo Sunday ele conseguiu mesmo sangrando e com muita dor, tudo isso em busca de seu propósito e por sua determinação.

Carl Brashear foi o primeiro negro da marinha que se tornou marinheiro chefe da marinha dos Estados Unidos. Após a sua aposentadoria recebe títulos de Master Diver e Master Chief, os quais são os títulos mais altos da marinha americana.

É um ótimo filme, que mostra uma história de perseverança, automotivação e a dificuldade de se mudar uma cultura discriminatória e preconceituosa como a norte americana na década de 30. O filme deixa uma mensagem de superação e mostra que todos somos capazes de vencer obstáculos e buscar a nossa honra.

A dificuldade de se mudar uma cultura se aplica no ambiente empresarial, uma companhia com um comportamento pré-estabelecido é muito difícil de ser modificada e influenciada, assim como uma organização que pretende entrar em país ou mesmo uma região com uma cultura diferente da sua, deve-se adaptar a ela, pois sem isso não conseguirá sucesso, uma vez que a mudança de uma cultura é muito difícil e inviável para empresas.

domingo, 7 de novembro de 2010

Avatar


Com direção de James Cameron, o filme Avatar mostra a história de um planeta distante chamado Pandora, o qual possuía um minério raro e chamado unobtanium, que poderia salvar a crise energética da Terra. No entanto este planeta ficava a cinco anos-luz da Terra e era altamente tóxico para humanos.

Para adentrar neste novo planeta os humanos criaram o Programa Avatar, no qual os humanos são ligados à avatares - que são seres criados com DNA humano e dos Na’vi habitantes de Pandora - mantendo a sua consciência.

Este programa era comandado por dois grupos, o primeiro exercia uma liderança mais voltada para o respeito das diferenças, era liderado por Dra. Grace Augustine. A outra equipe possuía uma liderança voltada para o ataque e a guerra, sem respeitar os diferentes, liderados por Parker Selfridge.

Jake Sully o herói do filme, é um ex-soldado que ficou paraplégico, era irmão de Thomas, cientista do programa Avatar, mas que morreu, assim como a genética dos irmãos era quase idêntica Jake ocupou o lugar do irmão.

Jake participava da equipe de Grace, mas seguia a equipe de Parker Selfridge de inicio, no entanto conhece Neytiri por quem se apaixona e a partir daí conhece a cultura Na’vi e aprende a ser um deles.

Mas o conflito continua e agora a vida de Jake também está ameaçada. Contudo ao final, Jake se torna um Na’vi através da árvore das almas de Pandora.

Este é um ótimo filme que pode ser usado em sala de aula, uma vez que apresenta tipos diferentes de liderança. Nele podem ser observadas quais as influências no comportamento dos liderados, sob determinado método de comando.

sábado, 23 de outubro de 2010

Desenvolvimento Individual

O desenvolvimento individual procura propiciar condições para uma reflexão sobre sua vida profissional e pessoal, e assim buscar o próprio desenvolvimento, há uma autocrítica sobre pontos fortes, pontos fracos, possibilidades e limites.

A fim de conseguir um desenvolvimento individual, usa-se o plano de desenvolvimento individual (PDI), que pode ser usado tanto na vida profissional quanto pessoal. Ele deve ser feito de maneira voluntária.

Quando é desenvolvido para a vida profissional, ele pode ser orientado por um profissional especialista da área na empresa. Mas vale ressaltar que o PDI, não é uma promessa de promoção e nem deve ser considerado como um plano de carreira.

No PDI cada pessoa é responsável por seu desenvolvimento, a organização oferece apenas um apoio.

O Plano é importante pois, com ele consegue-se visualizar onde estará em algum período de tempo e se programar para tal.

A relações entre inovação, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável.

Conforme o dicionário Priberam, inovar significa: introduzir novidade em; renovar, inventar criar. Empreendedorismo, segundo o mesmo dicionário, é: Qualidade ou caráter do que é empreendedor; atitude de quem, por iniciativa própria, realiza ações ou idealiza novos métodos com o objetivo de desenvolver e dinamizar serviços, produtos ou quaisquer atividades de organização e administração. Segundo o site WWF, A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Assim, para o desenvolvimento sustentável se faz necessário inovação e empreendedorismo, para criar uma nova forma de desenvolvimento sem que para isso se esgote os recursos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Etapas para um planejamento adequado

O planejamento pode ocorrer de maneira formal ou informal, mas não se deve confundir informalidade com improvisação e aleatoriedade. Assim segue cinco passos importantes para que um planejamento tenha um bom resultado:


1) Como planejar?
Primeiro deve-se estipular o padrão ideal de desempenho e compará-lo com o padrão real, e com isso formular os objetivos, a partir do padrão ideal.


2) Como serão capacitados?
Selecionar as estratégias que serão usadas é importante a presença de alguém para coordenar.


3) Selecionar os recursos que serão usados.

4) Selecionar a forma de avaliação
Definir como verificar se o treinamento alcançou o descrito no objetivo.

5) Preencher o plano.
Devem-se conter todas as decisões tomadas para realizar o treinamento. Definir o tempo, o local e o período de treinamento.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Treinar: Quem? Para fazer o que?

Partindo do pressuposto que treinamento é uma necessidade para o desenvolvimento organizacional o gestor encara algumas dificuldades para manter sua equipe coesa e ao mesmo tempo aumentar sua produtividade e a satisfação dos colaboradores.

O primeiro passo a ser tomado ruma à “equipe perfeita”, é no momento que o indivíduo for contratado passar pelo programa de orientação que tem como intuito de repassar informações básicas e habilidades essenciais para superar as expectativas em sua nova função, tais como: i- as políticas da organização; ii- especificidades do cargo; iii- processo de socialização com a equipe. Portanto, pode-se notar que tantos os profissionais mais experientes quanto os recém-formatos devem vivenciar os programas de orientação.

No que refere ao treinamento propriamente dito é necessário atenção dobrada ao fato de que se realmente é necessário o treinamento, porque treinar só por treinar será um desperdício de recursos e não um investimento. Um funcionário pode ser treinado quando se ingressa na empresa, mas o treinamento não é um processo único e exclusivo para esse funcionário, é também fundamental para os funcionário que estão há mais tempo na casa, independente de sua idade ou de quanto tempo concluiu a graduação.

Geralmente os treinamentos são oferecidos aos funcionários que compõem o nível tático e estratégico da organização, para posteriormente repassar os conhecimentos adquiridos para o nível operacional, porém a fim de evitar riscos não é interessante para a organização investir maciçamente em um único colaborador, pois se ele for muito capacitado para as condições que o cargo lhe oferece ou ele sairá da organização ou exigirá melhores condições de trabalho, aumentando assim os custos/despesas da organização e conseqüentemente perdendo a real intenção do treinamento.

Portanto, treinamento é visto como uma ferramenta utilizada para atender objetivos em curto prazo, porém não pode perder o foco em tais objetivos, pois se treinar alguém da equipe ou a equipe como um todo para realizar atividades nas quais não serão úteis não há coerência na existência do treinamento.

sábado, 18 de setembro de 2010

Que carreira?

É fato que o trabalho sempre esteve presente na história da humanidade, em outros tempos quando a sociedade se moldava dentro de uma estrutura menos complexa e o “negócio da família” superava gerações, certamente era mais simples se estabelecer em uma profissão. Pois, os conhecimentos que o senhor da família adquiriu com o seu pai era transportado para seu filho e assim sucessivamente. Ou seja, a criança era educada para, no futuro, assumir uma função semelhante ao patriarca ou à matriarca da família.

Do meu ponto de vista é errôneo afirmar que no século XXI as pessoas estão começando a exercer suas atividades profissionais mais cedo do que nunca, sendo que qualquer um que perguntar a seus ancestrais quando exerceu sua primeira atividade profissional notará que nesta mesma época você ainda freqüentava a escola. Porém acredito na validade das especulações que ressaltam a responsabilidade que os jovens entre 16 e 20 anos devem ter ao escolher uma carreira para seguir, e principalmente do quão são cobrados pela sociedade a respeito da decisão.

Atualmente, quando se concluí o ensino médio o próprio individuo e seu circulo social criam expectativas entorno da futura atividade profissional, então, o mesmo procura se ingressar em algum curso profissionalizante, independente de qual seja o nível, a fim de se estabelecer na área desejada. E é neste momento em que se encontra o perigo, devido a intensidade da responsabilidade, assim o primeiro passo a ser seguido é que o adolescente abuse de sua autonomia, não deixando se influenciar pelas outras pessoas.

Também, é importante que a pessoa tenha consciência de suas aptidões, compreendendo bem seus talentos a fim de gerar resultados. Caso essa pessoa não tenha definido tais pontos, ainda poderá recorrer a um profissional capacitado em elaborar um plano de carreira detalhado para clarear pontos vagos, evitando assim decisões mal tomadas, só que o indivíduo deverá lembrar que ele é o responsável pela decisão e não o profissional solicitado e que a decisão tomada gerará conseqüências que o atingirá diretamente no futuro.

Portanto, o indivíduo que escolher uma profissão que o excite em sua rotina certamente será um profissional bem sucedido, pois não existe a profissão para ganhar dinheiro ou respeito, pois leva-se em consideração que o colaborador é bem remunerado independente da área que atue, seja ele um médico, um engenheiro, um biólogo ou um administrador, enfim em todas as profissões existem profissionais satisfeitos e também os frustrados e compete ao indivíduo definir de qual lado estará.

Convivendo em grupo: O papel do líder

O líder, definitivamente, possui um papel fundamental na organização, pois cabe a ele identificar as causas dos problemas e encontrar soluções coerentes, para a sobrevivência do grupo na empresa e da empresa no mercado, ou seja há a existência de subgrupos que se relacionam diretamente com grupos maiores, onde ambos possuem capacidade de se influenciarem entre si. Tais ligações são representadas a seguir, pela relações dialéticas entre níveis sucessivos de complexidade social (Hinde, 1997):

Para quem pergunta se há diferença entre grupo e equipe de trabalho, a resposta é sim. Um grupo é quando as pessoas que o compõem se relacionam emocionalmente em um processo de interação, enquanto que uma equipe de trabalho nem sempre corresponde às suas necessidades individuais, pois este pode ser também da organização, por exemplo em uma equipe de futebol o objetivo é fazer gol e evitar gol e não há necessidade de que a equipe mantenha relações afetivas, contanto que alcance os objetivos almejados.

Enfim, devemos considerar um bom líder aquele que é capaz de compreender e, simultaneamente, atender os grupos sociais da melhor maneira possível. Ou seja, o líder deve sempre: 1) impactar, positivamente, o desempenho de todos na organização; 2) criar oportunidade para a cooperação das pessoas na organização; 3) equilibrar a satisfação das pessoas que compõem sua equipe com as necessidades dos demais grupos.

Referências Bibliográficas:

Hinde, R. A. Relationship: a dialectical perspective. Hove: Psycology Press, 1997.

Recrutamento: Gestor X Candidato

Dentro do vasto e complexo campo da Administração, procura-se, no âmbito dos fundamentos da qualidade, analisar a relação humana inserida no contexto organizacional. Tal tema, de extrema relevância nos diversos campos da Ciência, de uma maneira que não se caracteriza como ultrapassado, pois qualquer especulação onde o homem é o protagonista do objeto de estudo jamais conseguirá permanecer constante. Portanto neste primeiro momento focarei no início das atividades básicas de um Gestor de Pessoas, o recrutamento.

Considerando que trabalhar está longe de ser um “hobby” para a grande maioria dos colaboradores o Gestor deve identificar as qualificações pessoais de um candidato a um cargo qualquer, sendo que os conhecimentos técnicos deverão ser vistos como pré-requisitos ao preenchimento da vaga e não como vantagem competitiva. Ou seja, o responsável pela contratação deve captar as habilidades de um indivíduo interessado a um cargo durante o processo de Recrutamento e Seleção, a fim de evitar custos, maximizar a produtividade da equipe.

Algumas vezes aparecem profissionais “bons de mais” para o cargo vago, com vários cursos técnicos, idiomas e possuindo bons antecedentes, porém apresenta características egoístas dificultando o trabalho em equipe. Para compreender se de fato tal candidato é interessante para o convívio organizacional o Gestor deverá possuir um cronograma com as atividades referentes ao tipo de recrutamento ideal para o cargo, as técnicas de seleção e ainda estar ciente quanto às políticas, missão, visão e objetivos adotados na organização.

Portanto, é necessário que tanto o candidato quanto o Gestor tenham consciência de todo o processo de Recrutamento e Seleção, pois durante este relacionamento, podendo ser curto ou se estendendo a um prazo maior, ambas as partes deseja atender suas perspectivas e superar as expectativas, sendo assim o Gestor procura o profissional ideal para a organização enquanto que o candidato necessita encontrar o emprego que satisfaça seus interesses.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

POR UMA NOVA GLOBALIZAÇÃO

A obra foi escrita por Milton Santos. No livro o autor defende que o mundo é confuso e confusamente entendido. A realidade é construída resumindo várias situações em uma única, escrita por detentores do dinheiro, poder e da informação, assim ela se torna uma ideologia.
A conjuntura político-econômica propaga o mito de mercado global, uma globalização perversa. O autor elenca algumas características que explicam a atual configuração da globalização: a unicidade técnica, a convergência dos momentos, a cognoscibilidade do planeta e a existência de um motor único na história.
Outro fator abordado pelo autor é uma dupla tirania: a do dinheiro e da informação (intimamente relacionadas). A informação é transmitida de uma forma manipulada à humanidade.
No entanto para Milton essa globalização não é irreversível. Agora que estamos descobrindo o sentido de nossa presença no planeta, pode-se dizer que uma história universal verdadeiramente humana está, finalmente, começando.
Para conhecer melhor este assunto leiam o livro. É uma bela obra que agrega grande conhecimento.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Planejamento de Treinamento

Planejar as atividades que serão desenvolvidas em um treinamento é importante para evitar incertezas, transformar pensamentos em ação, analisar as reais necessidades do treinamento, avaliar custos e tomar decisão de maneira estratégica.

Uma parte fundamental do planejamento consiste em definir os objetivos, o qual deve responder às questões: qual a causa e necessidade? E aonde se deseja chegar com o treinamento?

As metas estabelecidas no plano devem ser possíveis de modificações, para se adaptar ao ambiente em que será aplicado. O plano deve possuir controles de atividades, para medir a sua eficiência. E calcular a relação custo benefício.

E por fim, deve-se escolher o conteúdo que será oferecido, a metodologia, os recursos necessários, o público-alvo, o local onde será desenvolvido o treinamento, a frequência dos encontros, a carga horária e avaliação dos resultados.


Para maiores informações visite o site: http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1157/planejamento_de_treinamentos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A rotatividade de pessoal (TURN OVER)

A rotatividade de pessoal é a contratação ou demissão de colaboradores, ela pode ocorrer de maneira voluntária ou não. Esses índices são indicadores de valor, para desenvolver providências, mesmo que de caráter preventivo.

Este é um assunto de grande importância para as organizações. Empresas que não possuem controle deste departamento são gravemente prejudicadas, pois elas não conseguem desenvolver talentos, uma vez que estes são desligados da mesma antes de se adaptar.


São algumas causas de TURN OVER:

· Ofertas mais atraente por outras empresas;

· Instabilidade econômica;

· Ambiente e imagem organizacional;

· Insatisfação quanto à política salarial da organização;

· Política de benefícios insuficiente;

· O tipo de supervisão exercido sobre o pessoal;

· Falta de política e estratégias para crescimento, aprendizagem e carreira;

· O tipo de relacionamento humano dentro da organização;

· As condições de trabalho da organização;

· Rotina sem desafios;

· A cultura organizacional da empresa;

· A política de recrutamento e seleção de recursos humanos;

· Falta de Reconhecimento;

· Entre outros.

Essas informações podem ser obtidas através da avaliação e mapeamento de: entrevistas de desligamentos, pesquisas de clima, processo de recrutamento e seleção e interação do funcionário a cultura da organização.

Para mais informações acesse: http://www.atituderh.com/artigo.aspx?Codigo=2177

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Quase Deuses


O filme Quase Deuses com direção de Joseph Sargent, mostra a história de um jovem negro que tem o sonho de se tornar médico, no entanto na época negros e mulheres não podiam exercer esta profissão. É um filme de grande interesse para a área de Gestão de Pessoas, e que é aconselhado o seu uso em sala de aula, para a aplicação da teoria estudada. Nele são apresentados aspectos de recrutamento e seleção, o primeiro aparece quando Vivien é indicado para o cargo de serviços gerais; e a seleção acontece quando Dr. Blalock faz um teste prático para reconhecer as habilidades com as mãos do candidato.
Pode-se observar também que há um controle de frequência dos funcionários da clinica, através do cartão de ponto.
Enfim trata-se de uma bela obra, que relata vários pontos estudados em Gestão de Pessoas, de maneira prática e de fácil visualização. É recomendado para todos que se interessam pela área e pelo gênero do filme.